22 de maio de 2012

Photo Gallery: All Stars – Club G.E.B.A, Buenos Aires – Argentina (04/23/2012)

Last month, when I found out that some of my favorite artists had gathered for a tour and would play at a festival in the city of São Luís do Maranhão in northeast of Brazil and other Latin American capitals, I decided to see them in Buenos Aires, Argentina. This would be a good opportunity to visit Argentina, a country I’ve always liked and to see a good show.

In my decision I considered two factors: 1) Buenos Aires is closer to Rio de Janeiro than São Luís do Maranhão, and therefore, travel costs end up being smaller. 2) Their concert in São Luís would be at a festival, and possibly would be shorter.

Well, I never felt so happy with a decision in my life! Unfortunately, due to serious problems with the event organizers in Maranhão, the festival was canceled and if I had gone over there, beyond the considerable expenses of traveling, I would have lost one memorable show.

It was absolutely wonderful to see at the same stage: Gene Simmons, Joe Elliot, Sebastian Bach, Glenn Hughes, Duff McKagan, Billy Duff, Steve Stevens, Matt Sorum, Gilby Clark, Mike Inez and Ed Roland. It was great to hear some all time classics interpreted by some of my biggest idols, like Led Zeppelin’s Whole Lotta (Sebastian Bach), Deep Purple’s Highway Star and Burn (Glenn Hughes), Guns’n’Roses’ Welcome to the jungle (Sebastian Bach) and Kiss’ I love it loud (with Gene himself), among others.

Again, another great night thanks to Rock'n'Roll.


Portuguese: Galeria de fotos: All Stars – Club G.E.B.A, Buenos Aires – Argentina (23/04/2012)

No mês passado, quando soube que alguns dos meus artistas favoritos haviam se reunido para uma turnê e que tocariam em um festival na cidade de São Luís do Maranhão, no Nordeste do Brasil e em outras capitais da América Latina, decidi vê-los em Buenos Aires, na Argentina. Essa seria uma boa oportunidade de visitar a Argentina, um país do qual sempre gostei e de ver um bom show. 
Na minha decisão, levei em conta dois fatores: 1) Buenos Aires é mais perto do Rio de Janeiro do que São Luís do Maranhão e, por conseguinte, os custos de viagem acabam sendo menores. 2) O show deles em São Luís seria em um festival e, talvez por isso, fosse mais curto. 
O fato é que nunca me senti tão feliz com uma decisão na minha vida! Lamentavelmente, devido a problemas sérios com a organização do evento no Maranhão, ele foi cancelado e se tivesse ido pra lá, além dos gastos consideráveis de viagem, eu teria perdido um show no mínimo memorável. 
Foi absolutamente maravilhoso ver no mesmo palco: Gene Simmons, Joe Elliot, Sebastian Bach, Glenn Hughes, Duff McKagan, Billy Duff, Steve Stevens, Matt Sorum, Gilby Clark, Mike Inez e Ed Roland. E foi sensacional ver alguns clássicos do Rock de todos os tempos serem interpretados por alguns dos meus maiores ídolos, como Whole Lotta Love do Led Zeppelin (Sebastian Bach), Highway Star e Burn do Deep Purple (Glenn Hughes), Welcome to the jungle do Guns (Sebastian Bach) ou I love it loud do Kiss (com o próprio Gene), dentre outras.
Mais uma vez, outra grande noite graças ao Rock’n’Roll.






















17 de abril de 2012

Sebastian Bach: Photo Gallery (São Paulo, April 14th, 2012) / Galeria de fotos do show do Sebastian Bach (São Paulo, 14 de abril de 2012)


















Sebastian Bach: Kicking and Screaming at Carioca Club (São Paulo, April 14th, 2012)


Last Time Sebastian Bach visited Brazil to perform live was with Guns’n’Roses in 2010. It was one of those rare occasions in which I preferred the opening act to the headliner. GnR did a great show, indeed, but it’s been years since last time I saw Baz (or as we call him in Brazil, Tião, short from his name in Portuguese, Sebastião, a popular name here) performing live with Skid Row. And he’s one of the friendliest singers I’ve ever seen on stage. I dare to say that he’s able to communicate with the crowd like Paul Stanley, playing and talking to the people.

I saw him twice before: at Hollywood Rock Festival in Rio the Janeiro and at a Skid Row concert in Maracanãzinho, also in Rio de Janeiro, both in 1992. Although he was very young then, I could see he was already some kind of force of nature.

He always had an impressive presence at the stage and always knew how to deal with the crowds. It wasn’t different last Saturday at Carioca Club.

Although this place is not the best choice for a Rock concert, although it was so packed and hot (almost unbearable), nothing mattered when Baz occupied the stage with his huge presence. He was back and he started with the killer Skid Row song Slave to the grind. The crowd went nuts since the very moment he started his headbanging.

Baz headbanging and happy.


Then he played Kicking and Screaming, from his excellent new album that has the same name. Here I have to mention the excellent guitar player Nick Sterling. He’s only 21 and has co-written most of Kicking and Screaming album. Some of the songs he has written by himself, like the vibrant power ballad I’m Alive (also played in the concert). It’s worth to note the whole band: the drummer Bobby Jarzombek, the guitar player Johnny Chromatic and the bass player Jason Christopher, all very talented.

Talking about ballads, one of the highlights of the gig was when he sang Wasted Time, In a Darkened Room (both Skid Row songs) and By Your Side (from his album Angel Down) with the crowd singing along each and every word of the lyrics. Don’t get me wrong, though. Sebastian is completely Rock’n’Roll. And their last albums, Angel Down and Kicking and Screaming prove that; he's not only a ballad singer as someone may think.

Perfect show and a great night, with Sebastian Bach performing at his best and happy for being on the stage, although some small problems of the venue, but it didn’t affect the night at all. I’m sure everybody went home happy with what we saw and what we received.




Setlist:

    1. Slave to the Grind
    2. Kicking & Screaming
    3. Dirty Power
    4. Here I Am
    5. Big Guns
    6. (Love Is) A Bitchslap
    7. Stuck Inside
    8. Piece of Me
    9. 18 and Life
    10. Wasted Time / In a Darkened Room / By Your Side
    11. As Long as I Got the Music
    12. American Metalhead
    13. Monkey Business
    14. My Own Worst Enemy
Encore:
    1. I'm Alive
    2. I Remember You
    3. Tunnelvision
    4. Youth Gone Wild

Sebastian Bach: turnê Kicking and Screaming no Carioca Club (São Paulo, 14 de abril de 2012)

A última vez em que Sebastian Bach visitou o Brasil para tocar ao vivo foi com o Guns’n’Roses em 2010. Foi uma daquelas raras ocasiões em que eu gostei mais do show de abertura do que da atração principal. O Guns fez um ótimo show, mas muitos anos se passaram desde a última vez em que vi o Baz (ou como nós gostamos de chamá-lo no Brasil, Tião) tocando ao vivo com o Skid Row. E ele é um dos cantores mais simpáticos que eu já vi no palco. Ouso dizer que ele consegue se comunicar com a plateia que nem o Paul Stanley, brincando e conversando com as pessoas.

Eu o vi duas vezes antes com o Skid Row: no Hollywood Rock e em um show no Maracanãzinho, ambos em 1992. Embora ele fosse ainda muito jovem na época, pude perceber que ele já era algum tipo de força da natureza.

Ele sempre teve uma presença de palco impressionante e sempre soube como lidar com as plateias. Não foi diferente no último sábado no Carioca Club.

Embora esse lugar não seja a melhor opção para um show de Rock, embora estivesse completamente lotado e muito quente (quase insuportável), nada disso importou quando Baz ocupou o palco com sua grande presença. Ele estava de volta e começou com a canção matadora do Skid Row Slave to the Grind. A plateia enlouqueceu desde o primeiro momento em que ele começou a bater cabeça.

Baz batendo cabeça e feliz.


Em seguida, ele tocou Kicking and Screaming, de seu excelente último álbum homônimo. Aqui, quero destacar o excelente guitarrista Nick Sterling. Ele tem apenas 21 anos e co-escreveu a maior parte do álbum Kicking and Screaming. Algumas das músicas ele escreveu sozinho, como a vibrante power ballad I’m Alive (também tocada no show). Vale a pena destacar toda a banda: o baterista Bobby Jarzombek, o guitarrista Johnny Chromatic e o baixista Jason Christopher, todos muito talentosos.

Falando em baladas, um dos destaques do show foi quando ele cantou um medley com Wasted Time, In a Darkened Room (ambas do Skid Row) e By Your Side (de seu álbum Angel Down) com o público emocionado, cantando a letra do começo ao fim. Mas não me entendam mal: Sebastian é completamente Rock’n’Roll. E seus últimos discos, Angel Down e Kicking and Screaming provam isso; ele não é apenas um cantor de baladas, como alguns podem pensar.

Show perfeito e uma ótima noite, com Sebastian Bach em sua melhor forma e feliz por estar no palco, embora tenham ocorrido alguns probleminhas no lugar, mas que não tiram o brilho da noite de jeito nenhum. Tenho certeza de que todos nós fomos para casa felizes com o que vimos e recebemos.



Setlist:

    1. Slave to the Grind
    2. Kicking & Screaming
    3. Dirty Power
    4. Here I Am
    5. Big Guns
    6. (Love Is) A Bitchslap
    7. Stuck Inside
    8. Piece of Me
    9. 18 and Life
    10. Wasted Time / In a Darkened Room / By Your Side
    11. As Long as I Got the Music
    12. American Metalhead
    13. Monkey Business
    14. My Own Worst Enemy
Bis:
    1. I'm Alive
    2. I Remember You
    3. Tunnelvision
    4. Youth Gone Wild


1 de abril de 2012

Papo rápido com o autor de Tales from the stage, Michael Toney


Tales from the stage ainda não foi lançado, mas já é um sucesso. Escrito por Michael Toney, o livro será lançado em julho de 2012 e é um livro não ficcional que inclui entrevistas com músicos profissionais de rock/metal. Por ser baterista também, Michael pode nos dar uma visão “interna” de ótimas histórias contadas por personagens interessantes. Enquanto esperamos, é possível obter mais informações sobre o livro no Facebook: http://www.facebook.com/?ref=tn_tnmn#!/talesfromthestage

E nós batemos um papo rápido com Michael Toney para saber um pouco mais sobre seu projeto tão interessante.

PDRR: Conte-nos um pouco sobre você e como você teve a ideia de escrever “Tales from the stage”.

Michael: Eu tive a sorte de me aposentar em outubro. Eu toco bateria desde os 14 anos e participei de várias bandas de metal com o passar dos anos. Eu amo Hard Rock e o ambiente desse tipo de música, então tive essa ideia. Eu já havia escrito um livro semelhante em 2007, chamado "Tales from the Cage" com o mesmo conceito, só que com lutadores de MMA. Eu teria muita dificuldade para fazer esse se não estivesse aposentado. É um processo muito demorado!


PDRR: Você pode citar algumas das pessoas que entrevistou?


Michael: Bruce Kulick (Kiss), Tim "Ripper" Owens (Judas Priest), Chris Holmes do WASP, Ron Keel. Até agora já entrevistei 11 pessoas. Eu vou guardar alguns dos nomes para divulgação futura, mas é realmente uma ótima lista de Profissionais do Metal.


PDRR: Eu ouvi dizer que você fez perguntas como: se você fizesse um teste de drogas hoje, qual seria o resultado? ou Qual o tamanho da sua casa? Você teve alguma dificuldade para obter as respostas? Quero dizer: você acha que esses artistas falaram abertamente sobre todos os assuntos?


Michael: Os participantes foram incrivelmente francos comigo. A maioria deles falou um pouco sobre suas casas. Todos eles falaram abertamente sobre seu uso de drogas no passado e até mesmo atualmente – mas a maioria deles está limpa no momento. Eu perguntei a alguns dos caras com quantas mulheres eles estiveram. Alguns responderam, outros não. A pergunta "Experiência mais louca com uma groupie?" rendeu algumas respostas bem legais!

 
PDRR: Quanto tempo foi/está sendo necessário para escrever o livro? Você está gostando?


Michael: Eu comecei o trabalho no início de janeiro. Em seguida fui ao NAMM no final de janeiro e lá fiz o meu contato inicial com muitos dos entrevistados. Desde então, tenho trabalhado em média 60 horas por semana. Lembre-se: eu trabalho sozinho, então é um processo demorado. E do conceito ao produto completo, serão apenas 6 meses. Isso deve ser um recorde! Considerando que as entrevistas são bastante atuais, mas que essas informações são sensíveis em termos de tempo, é importante lançar o livro assim que possível. Apesar de haver vantagens e desvantagens em tudo, esse é o melhor "trabalho" que eu já fiz!


PDRR: Quando o livro será lançado e como poderemos adquiri-lo?


Michael: Ele será lançado em julho em www.talesfromthestage.com O site está sendo criado ainda, mas a página do Facebook está bastante atualizada e é nela que informaremos às pessoas todos os detalhes referentes à linha do tempo no livro.