16 de dezembro de 2012

Guns’n’Roses – Las Vegas, 14 de novembro de 2012



Sou fã do Guns e de todas as suas formações há mais de 20 anos. Acho engraçado quando algumas pessoas até brigam pelos seus favoritos, como se fosse proibido gostar de um E de outro! É uma pena, pois agindo assim, muita gente perde boas oportunidades de ver ótimos músicos em ação e de conhecer o trabalho deles.

Lembro que o primeiro show deles que vi foi no Rock in Rio II, no Maracanã, em 1991. E como sofri! Com a “sabedoria” típica dos meus 18 anos na época, cheguei cedo, acreditando que conseguiria ficar em um bom lugar lá na frente. Ahan... No Maracanã lotado??????? O máximo que consegui foi uma enorme falta de ar no calor de 40 graus Celsius do Rio de Janeiro e um medo enorme de sufocar lá na frente, antes mesmo de conseguir ver o Guns e isso eu não podia permitir, imagina morrer sem ver o show tão esperado! Rsrsrsrsrsrrs

Desde então, já vi mais 2 shows do Guns em lugares enormes, mas ter a oportunidade de vê-los em um lugar como o The Joint em Las Vegas não teve preço para mim. Foi um show onde tudo foi perfeito: som, iluminação, entrosamento da banda e, principalmente, a voz do Axl.

Nos primeiros acordes de Chinese Democracy já dá para sentir o arrepio, mas é com a poderosa Welcome to the Jungle que a casa vem abaixo. Incrível ver como as músicas funcionam bem demais ao vivo, inclusive as do injustiçado (na minha opinião) CD Chinese Democracy.

O desfile de hits continua, com It’s So Easy, Mr. Brownstone, Live and Let Die, You Could be Mine, Sweet Child O’Mine etc. Antes de November Rain, um momento interessante: Axl brinca ao piano e toca parte de Another Brick in the Wall Part 2 do Pink Floyd. Interessante também o momento em que o piano é suspenso e Axl segue tocando mais próximo do meio do plateia, durante a execução de November Rain.

Após o show, encerrado brilhantemente com Patience e Paradise City, vivi uma surpresa: tive a oportunidade de encontrar alguns membros da banda, inclusive o Axl: um encontro esperado há mais de 20 anos, mas valeu a pena! Ele parece estar mais calmo e mais em paz consigo mesmo. Atendeu a todos os fãs com a maior boa vontade e não foi embora antes de ter certeza de ter falado com todo mundo. O que mais eu poderia querer? 

Para terminar, eu quero mandar um alô e meu MUITO OBRIGADA para Heath Monroe, que é o fã número 1 do GnR na minha opinião, por ter me ajudado a encontrar a banda e Demi Gongos do The Joint pelo seu ótimo trabalho para conseguir ingressos VIP para mim e para o meu sobrinho. Vocês são demais!



Setlist:

·  Estranged
(Blacklight Jesus of Transylvania)
(Wings cover)
·  Better
·  Motivation
(Tommy Stinson song) (Tommy Stinson on lead vocals, with band introductions)
(No Quarter by Led Zeppelin)
(Ballad of Death)
(Pink Floyd cover) (with Axl on piano)
·  Objectify
(Bumblefoot cover) (Bumblefoot on lead vocals)
·  Don't Cry
·  Civil War
(Bob Dylan cover)
·  Jam
·  Nightrain
·  Encore:
(Neil Young cover)
·  The Seeker
(The Who cover)
·  Jam
·  Patience
·  Jam

2 comentários:

  1. Concordo com a parte das músicas funcionarem ao vivo, passei a gostar mais do Chinese depois de ver o show.

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